O que vai acontecer quando Zumbi e Dandara chegarem – Copy – Copy
No dia 13 de maio de 2026, o dia nacional de denúncia contra o racismo mais uma vez apontamos expectativas antirracistas sob inspiração da letra da música de Jorge Ben…

Na década de 1990, na luta de combate ao racismo e contra os mecanismos de exclusão da população negra advindos do
neoliberalismo e da globalização em curso naquele momento no
Brasil e no mundo, surgiu a CONEN – Coordenação Nacional de
Entidades Negras.
É construída a partir de uma articulação das organizações participantes
do I Encontro Nacional de Entidades Negras – ENEN, realizado na
cidade de São Paulo em novembro do ano de 1991.
O ENEN, resultado da realização em anos anteriores de vários
encontros regionais de homens e mulheres negras pelo país, o Sul /
Sudeste, o Norte/Nordeste, o Centro/Oeste, representou um momento
de aglutinação das novas forças atuantes no movimento negro
naquele período. Apontou para a necessidade do fortalecimento da
luta de combate ao racismo, por meio de orientações políticas mais
precisas e planejadas para a atuação das entidades do movimento
negro brasileiro.
A CONEN fundada em 1991, consolidou-se como uma instância nacional
e num espaço de construção da unidade na ação das centenas
de entidades negras, presentes em todo o território nacional, que
acompanham a sua orientação, respeitando a visão política de cada
uma delas, as diferenças regionais e a realidade de vida da população
negra onde estão localizadas. É marcante a presença da CONEN no
cenário nacional e internacional da luta de combate ao racismo.
A população negra ocupa grande parte dos trabalhos mais precarizados do Brasil.
As políticas de cotas transformaram milhares de vidas negras no Brasil.
Defender as cotas é defender:
A juventude negra segue sendo a principal vítima da violência no Brasil.
As mulheres negras estão entre as principais vítimas da violência de gênero no Brasil.
Combater o feminicídio também é combater:

Na luta permanente contra o racismo, a desigualdade racial e todas as formas de opressão sofridas pelo povo negro brasileiro, nasce a CONEN — Coordenação Nacional de Entidades Negras.
Construída a partir da articulação das organizações participantes do I Encontro Nacional de Entidades Negras (ENEN), realizado em São Paulo no ano de 1991, a CONEN surge como expressão da necessidade histórica de unidade política do movimento negro brasileiro diante dos desafios impostos pelo racismo estrutural, pela exclusão social e pela ausência de representação da população negra nos espaços de poder.
Mais do que uma organização nacional, a CONEN se consolidou como um instrumento coletivo de mobilização, articulação política, formação e resistência do povo negro em todo o território brasileiro. Ao longo de sua trajetória, esteve presente nas principais lutas sociais e políticas do país, contribuindo para o fortalecimento das pautas antirracistas, das políticas de igualdade racial, das ações afirmativas, da defesa dos territórios quilombolas, da valorização da cultura afro-brasileira e da ampliação da participação negra na política institucional.
A história da CONEN é construída por milhares de mulheres e homens negros que compreenderam que combater o racismo exige organização, consciência política, atuação coletiva e ocupação dos espaços de decisão.
Hoje, diante dos desafios do nosso tempo, seguimos fortalecendo a unidade na diversidade, articulando entidades negras de todas as regiões do país e construindo caminhos para que o povo negro brasileiro ocupe os espaços que historicamente lhe foram negados.
Estamos presentes nas 5 regiões do Brasil: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Para informações de filiação e demais necessidades, acione o seu representante regional.
Acesse o mapa e clique na região para mais informações.
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A história da população negra no Brasil é marcada pela resistência, organização coletiva e luta permanente por liberdade, cidadania e direitos. Ao longo de décadas, movimentos, lideranças, organizações e mobilizações populares construíram conquistas fundamentais que transformaram o país. Conhecer essa trajetória é compreender que cada direito conquistado foi resultado da mobilização do povo negro. E que os desafios atuais exigem a continuidade dessa organização, inclusive nos espaços de poder e decisão política.
Primeira organização negra a defender participação política e cidadania da população negra.
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Primeira organização negra a defender participação política e cidadania da população negra.
O Centro Cívico Palmares foi uma das primeiras organizações negras do Brasil a ultrapassar o caráter recreativo das associações da época, colocando no centro do debate a cidadania, a educação e a participação política da população negra. Sua atuação ajudou a construir as bases da organização política negra no século XX.
Primeira organização política negra de alcance nacional no Brasil.
A Frente Negra Brasileira tornou-se o principal instrumento de mobilização da população negra nos anos 1930. Além da luta contra o racismo, promoveu educação, assistência social, formação política e atividades culturais, consolidando um projeto nacional de organização e fortalecimento da comunidade negra.
Manifestação histórica marca a reorganização nacional da luta antirracista.
Criado após um grande ato público nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, o Movimento Negro Unificado denunciou o racismo e a violência policial, tornando-se uma das mais importantes organizações da luta antirracista brasileira e referência para diversas gerações de ativistas.
Movimento negro conquista reconhecimento constitucional do combate ao racismo.
A Constituição Federal de 1988 reconheceu o racismo como crime inafiançável e imprescritível. A conquista foi resultado da forte mobilização do movimento negro durante o processo constituinte e representou um importante avanço na garantia de direitos e proteção da população negra.
Nasce uma articulação nacional para fortalecer a luta do movimento negro.
A Coordenação Nacional de Entidades Negras surgiu a partir do I Encontro Nacional de Entidades Negras (ENEN), reunindo organizações de todo o país em torno de uma agenda comum de combate ao racismo, promoção da igualdade racial e fortalecimento da participação política da população negra.
Mais de 30 mil pessoas levam a pauta racial ao centro do debate nacional.
A Marcha Zumbi dos Palmares reuniu milhares de pessoas em Brasília para denunciar o racismo e exigir políticas públicas voltadas à população negra. O ato tornou-se um dos maiores marcos da mobilização negra contemporânea e influenciou decisões futuras do Estado brasileiro.
Movimento negro fortalece a luta internacional contra o racismo.
A Conferência de Durban, na África do Sul, consolidou o reconhecimento internacional do racismo como problema estrutural. A participação brasileira fortaleceu o debate sobre ações afirmativas e impulsionou políticas públicas de igualdade racial nos anos seguintes.
Novo ciclo político amplia espaço para pautas históricas do movimento negro.
A eleição de Lula abriu uma nova fase de diálogo institucional entre governo e movimento negro. Diversas políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial foram implementadas ou fortalecidas, ampliando a presença da pauta racial na agenda nacional.
Educação antirracista e políticas públicas entram na agenda nacional.
O ano de 2003 marcou importantes conquistas para a população negra com a criação da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a aprovação da Lei 10.639, que tornou obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas brasileiras.
Continuidade das políticas sociais fortalece avanços na promoção da igualdade racial.
A reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva consolidou um ciclo de fortalecimento das políticas públicas voltadas à inclusão social e à promoção da igualdade racial. Com a atuação permanente do movimento negro, ampliaram-se iniciativas como as ações afirmativas, o fortalecimento da SEPPIR, o diálogo com a sociedade civil e a implementação de políticas voltadas ao enfrentamento das desigualdades raciais.
Continuidade das políticas de inclusão e promoção da igualdade racial.
A eleição da primeira mulher presidente do Brasil consolidou a continuidade de importantes programas sociais e ações afirmativas. O período foi marcado pela manutenção do diálogo com movimentos sociais e pela ampliação de políticas voltadas à inclusão social.
Brasil aprova marco legal para promoção da igualdade racial.
Resultado de décadas de mobilização do movimento negro, o Estatuto da Igualdade Racial estabeleceu princípios, direitos e diretrizes para combater a discriminação racial e promover a inclusão da população negra em diversas áreas da sociedade brasileira.
Universidades federais passam a reservar vagas para estudantes negros.
A Lei de Cotas ampliou o acesso da população negra ao ensino superior público. Considerada uma das maiores políticas de inclusão social da história do Brasil, a medida transformou a realidade de milhares de jovens e fortaleceu a luta por igualdade de oportunidades.
Mulheres negras ocupam Brasília em defesa de direitos e justiça social.
A marcha reuniu dezenas de milhares de mulheres negras de todo o Brasil para denunciar o racismo, o sexismo e a violência. O ato tornou-se um marco histórico da luta das mulheres negras e fortaleceu pautas relacionadas à igualdade, dignidade e participação política.
Mobilização democrática derrotou a extrema direita e fortaleceu a defesa dos direitos sociais.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022, representou um momento decisivo para a democracia brasileira. O movimento negro teve papel fundamental na construção de uma ampla frente democrática contra o avanço da extrema direita, mobilizando territórios, organizações e lideranças em defesa da Constituição, dos direitos sociais e da retomada das políticas de promoção da igualdade racial.
Movimento negro conquista novo espaço estratégico dentro do governo federal.
A criação do Ministério da Igualdade Racial representou o reconhecimento da importância das políticas voltadas à população negra. A medida fortaleceu a capacidade institucional do Estado para desenvolver ações de combate ao racismo e promoção da igualdade.
Cada conquista apresentada nesta linha do tempo nasceu da organização, da resistência e da mobilização do movimento negro brasileiro.
Direitos não são permanentes. Eles precisam ser defendidos, fortalecidos e ampliados.
É por isso que a CONEN segue articulando entidades, lideranças e movimentos sociais em todo o país, fortalecendo a luta por igualdade racial, justiça social e maior representação política da população negra.
Porque quando o povo negro se organiza, o Brasil avança.

No dia 13 de maio de 2026, o dia nacional de denúncia contra o racismo mais uma vez apontamos expectativas antirracistas sob inspiração da letra da música de Jorge Ben…
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